
Pink Floyd foi uma dos maiores bandas da década de 70 , e ainda é uma das maiores de todos os tempos junto a Beatles , Led Zeppelin , Rolling Stones. O seu maior feito foi o Dark Side Of The Moon ,fenômeno que lhe rendeu o status de um dos maiores álbuns de todos os tempos .
Com sua unidade, produção primorosa e a qualidade individual de cada faixa, esse álbum, lançado em março de 1973, se tornou um verdadeiro fenômeno, vendendo 20 milhões de cópias e ficou mais de 15 anos entre os 200 discos mais vendidos nos Estados Unidos. Com isso Roger Waters (Baixo/Vocal), David Gilmour (Guitarra/Vocal), Richard Wright (Teclados/Vocal) e Nick Mason (Bateria) escreveram seus nome no Guiness Book of Records.
Na opinião do blogueiro , o maior de todos os tempos , um degrau acima de outras obras primas do Rock e de qualquer outra obra músical conteporânea .
O álbum
Produzido em 1973 , poderia sair do forno hoje que não iria soar como um álbum de três décadas atrás e sim atual , principalmente pelos temas que Roger Waters,baixista e compositor , aborda .
Entre os temas estão problemas que afetam o ser humano como submissão ao tempo e dinheiro, paranóias, solidão, falta de empatia,comuns nos dias de hoje .
Alan Parsons foi engenheiro de som e um dos principais responsáveis pela obra prima junto ao mestre Roger Waters .
A viagem
Não tem como não viajar (termo bastante usado pelos ouvintes de Rock Progressivo) e ficar hipnotizado logo ao colocar a introdução “Speak To Me” para tocar , batimentos cardiacos acelerando até um grito agoniante e “Breathe” entra em cena com a suavidade da voz de David Gilmour aliás duas vozes do Gilmour até mais um efeito sonoro , que nas mãos do Pink Floyd se torna arte , “On the Run “, na verdade a introdução para uma das melhores músicas do Pink Floyd e do rock and roll , começam a tocar os sinos dos relógios para “Time” , um dueto Gilmour/Wright nos vocais desta vez com Gilmour menos suave nos vocais e mais matador em sua guitarra , com belissímo solo , uma das suas marcas registradas , quando você pensa que a música acabou entra a reprise de Breathe para encerrar,digamos que a primeira parte dessa obra de arte .
“Great Gig in the Sky” ,é uma sinfonia que abre a terceira parte do álbum , uma mistura de instrumental com um vocal lindissímo feminino até que entra uma barulheira de caixa registradora , moedas e um baixo começa a ditar o ritmo de “Money” música que talvez seja a mais famosa do Pink Floyd , e nessa música a banda abre sua caixa de ferramentas e mostra o seu virtuosismo até entrar a épica “Us and Them” lindissíma música que digamos , seja mais uma sinfonia do mestre Wright , com vocal do Gilmour até “Any Color You Like ” uma instrumental psicodélica regida por Wright fechando a segunda parte do álbum.
“Brain Damage ” prepara o encerramento do álbum , Mr Waters desta vez assume os vocais da música que talvez seja a mais sombria , com risadinhas ao fundo e com o auge no seu fechamento com “Eclipse” , música épica que vai preparando você para sair do transe em que ficou no primeiro segundo do álbum e que se encerra de forma linda , só ouvindo para saber a sensação .
Acaba a hipnoze !
Documentário sobre Dark Side Of The Moon
Curiosidades
“The Dark Side Of The Moon” foi o primeiro álbum a ser lançado pela gravadora EMI em formato CD. Segundo a lenda entre Floydianos, as cópias não estavam sendo feitas da matriz e David Gilmour teria ordenado que o erro fosse corrigido imediatamente. As excepcionais vendas levaram a EMI – e isto não é lenda – a manter um filial na Alemanha produzindo CD’s de “Dark Side Of The Moon” em tempo integral. Outra lenda que circula é se você ouvir esse disco e assistir ao filme “O Mágico de OZ” simultâneamente, as músicas estão perfeitamente sincronizadas com as imagens na tela. Premeditado ou incrível coincidência? Talvez nunca saberemos.
Download do álbum
1 resposta Até agora ↓
Leonardo Rosa // 09/01/2009 às 19:14
Putz, esse diso realmente é demais. Eu ando ouvindo muito Pink Floyd (Dark Side… Animals…) e tenho percebido que PF é música pra adulto. Não por conteúdo proibido, mas sim pela representatividade que a música vai representando na história de vida de quem ouve. “Time” por exemplo, tem muito a ver comigo nos últimos anos. Realmente, o melhor álbum, obra-prima das obras-primas!